Assunto em discussão
Proibição de emagrecedores
Deputada Luciane não
quer papo com Riva
Professores ganham
aumento de 16% no piso
Deputados estão
de olho na Agecopa
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Deputada Luciane quer
acabar com a mesmice
A deputada estadual Luciane Bezerra (PSB) defendeu até as últimas consequências a eleição do vereador por Água Boa, Marcos Júnior Mendonça, o Marquinhos (PTB), para a presidência da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), mas terminou perdendo. Luciene fez tudo para eleger o seu candidato e, até o seu colega de parlamento, José Riuva entrou na dança .
Luciane foi até a sede da Ucmmat e aproveitou a imprensa para dizer: “Vamos acabar com a mesmice e mostrar a importância do vereador para a sociedade. Também temos que acabar com a influência de Riva”, defende.
Emagrecedores ainda estão por ai
Pressionada por médicos e farmacêuticos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e adiou a decisão sobre a proibição da venda de remédios usados para emagrecer no Brasil, proposta adiantada pelo Jornal da Tarde na semana passada.
Sob a segurança de policiais federais armados, a proposta da agência de proibir os emagrecedores foi bombardeada com críticas. Depois disso, a Anvisa já não fala mais em prazos para tomar a decisão. Antes da reunião, a informação era de que uma resolução seria publicada no início de março. “Não há prazo para definição”, admitiu o diretor da agência, Dirceu Barbano. “Vamos discutir o assunto até que todas as dúvidas sejam esclarecidas.”
Ontem, depois de mais de cinco horas de debate, a representante da Anvisa Maria Eugênia Cury sinalizou a possibilidade de novas rodadas de discussão. “Talvez essa não seja a última”, disse.
A proibição da venda dos emagrecedores que agem sobre o sistema nervoso, entre eles a sibutramina e três derivados de anfetamina (anfepramona, femproporex e mazindol) foi recomendada à Anvisa pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), grupo de consultores da agência.
Professores ganham aumento de 16% no piso
O ministro da Educação, Fernando Haddad, anuncia hoje o novo piso salarial dos professores da rede pública do País. O valor será de R$ 1.187,97 para docentes de nível médio que cumprem carga horária de 40 horas - uma alta de 15,84% sobre os R$ 1.024,67 adotados em 2010. Para os professores que cumprem 20 horas, o piso será de R$ 593,98.
O governo anuncia também o abrandamento das regras para a liberação de recursos federais para as cidades que têm dificuldades para pagar o piso salarial. Atualmente, para receber o recurso adicional quando não é possível atingir ao piso mínimo, o Estado ou o município tem de destinar 30% de seu orçamento para a educação - e não os 25% exigidos pela Constituição. Pela nova regra, valerá o porcentual definido na Constituição.
O Ministério da Educação (MEC) vai flexibilizar também a regra que determina que, para repassar a verba, o município precisa atender 30% dos alunos na área rural. A condição deverá ser derrubada.
AL discutirá com Silval nova ‘Agecopa’
Agora não é só o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP) que está de olho na Agecopa. O primeiro-secretário, Sérgio Ricardo (PR), também, defende que o modelo organizacional da Agecopa deve ser aperfeiçoado. Eles irão propor uma reunião entre os deputados e o governador Silval Barbosa (PMDB) para que o tema seja discutido entre Executivo e Legislativo.
Os dois, Riva e Sérgio dupla que há muito vem revezando o poder na Assembléia, também se mostram descontentes com a gestão e defendem mudanças. A Agecopa é formada por seis diretores, sendo que um ocupa cargo de diretor-presidente. Os parlamentares são contra a extinção da Agencia, que funciona como uma autarquia do governo, porém acreditam que ela deve ser rediscutida, mas de uma forma coerente, junto com o governo, ajustando os pontos que não estão dando certo.
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