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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Bom dia, Silval! E ai, como anda essa história dos 700 milhões?
Bom Dia Governador! Você, não disse nada sobre a notícia de o Estadão....
Riva já desmentiu, como sempre e, disse que tem gente da BRT com inveja......
Eder não diz nada. Está na dele...
Mato Grosso mais uma vez vira escândalo....Ah! e tem mais, novamente,
Mato Grosso ganha primeiro lugar em desmatamento

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Nada a comentar
Silval aplica nos cuiabanos o golpe do VLT ao lado de José Riva e Eder Moraes. Que trinca?
Pasta das Cidades adultera documento e eleva em R$ 700 milhões projeto da Copa
Com aval do ministro, diretora de Mobilidade Urbana assina parecer forjado que recomenda projeto de Veículo Leve sobre Trilhos em Cuiabá e desbanca projeto original de linha rápida de ônibus
23 de novembro de 2011 | 23h 59
Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - O Ministério das Cidades, com aval do ministro Mário Negromonte, aprovou uma fraude para respaldar tecnicamente um acordo político que mudou o projeto de infraestrutura da Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá (MT). Documento forjado pela diretora de Mobilidade Urbana da pasta, com autorização do chefe de gabinete do ministro, Cássio Peixoto, adulterou o parecer técnico que vetava a mudança do projeto do governo de Mato Grosso de trocar a implantação de uma linha rápida de ônibus (BRT) pela construção de um Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT).
Veja também:
Com a fraude, o Ministério das Cidades passou a respaldar a obra e seu custo subiu para R$ 1,2 bilhão, R$ 700 milhões a mais do que o projeto original. A mudança para o novo projeto foi publicada no dia 9 de novembro na nova Matriz de Responsabilidades da Copa do Mundo.
Para tanto, a equipe do ministro operou para derrubar o estudo interno de 16 páginas que alertava para os problemas de custo, dos prazos e da falta de estudos comparativos sobre as duas mobilidades de transporte.
O novo projeto de Cuiabá foi acertado pelo governo de Mato Grosso com o Palácio do Planalto. A estratégia para cumpri-lo foi inserir no processo documento a favor da proposta de R$ 1,2 bilhão. Numa tentativa de esconder a manobra, o "parecer técnico" favorável ficou com o mesmo número de páginas do parecer contrário e a mesma numeração oficial (nota 123/2011), e foi inserido a partir da folha 139 do processo, a página em que começava a primeira análise.
O analista técnico Higor Guerra foi quem assinou o parecer contrário. Ele era o representante do ministério nas reuniões em Cuiabá para tratar das obras de mobilidade urbana da Copa - a última, em 29 de junho. O parecer dele, do dia 8 de agosto, mostrava que os estudos do governo de Mato Grosso "não contemplaram uma exaustiva e profunda análise comparativa". Os prazos estipulados, alertou, "são extremamente exíguos". Além do mais, o BRT já estava com o financiamento equacionado.
Em reunião com assessores na última segunda-feira, no sexto andar do Ministério das Cidades, a diretora de Mobilidade Urbana, Luiza Vianna, disse que a ordem para mudar o parecer partiu de Cássio Peixoto, braço direito de Negromonte, e Guilherme Ramalho, coordenador-geral de Infraestrutura da Copa de 2014 do Ministério do Planejamento. "Ambos me telefonaram", disse. O Estado teve acesso a uma gravação da reunião.
No dia 6 de outubro, atendendo a essas ordens superiores, Luiza Vianna pediu para Higor Guerra alterar seu parecer. O funcionário negou-se a assinar o outro documento e pediu desligamento há duas semanas por escrito ao secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, Luiz Carlos Bueno de Lima.

Ao lado da nova gerente de projetos, Cristina Soja, a diretora Luiza Viana deflagrou a fraude. As duas assinaram o novo documento, aproveitando as primeiras páginas do documento anterior, mas alterando a conclusão. "Nós fizemos outra nota técnica, com o mesmo número sim, e mudamos o conteúdo", confessou Luiza Vianna na reunião de segunda-feira passada.
A diferença entre ambos os pareceres está na conclusão. Onde havia a expressão "não contemplaram" - uma referência do primeiro documento, de 8 de agosto, à falta de estudos para mudar o projeto -, no parecer técnico forjado ficou apenas com a palavra "contemplaram". "O estudo indica fatores mais favoráveis à implantação do VLT", diz o segundo documento, forjado.
Acordo. A troca do BRT (Bus Rapid Transit), orçado em R$ 489 milhões e com financiamento contratado, pelo VLT, de R$ 1,2 bilhão, passou por uma negociação política entre o governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), o ministro Mário Negromonte, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o vice-presidente da República, Michel Temer, do mesmo partido do governador.
Tomada a decisão política, que esbarrava nos estudos técnicos do próprio governo federal, o Ministério das Cidades desencadeou a operação da fraude.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

FUNCIONÁRIOS FANTASMAS! Ora! Espera ai! Essa é uma história antiga que já ganhou o anedotário popular. São diferentes as classes dos “fantasmas” no serviço público e, em diferentes poderes. Por exemplo: nos poderes legislativos, para usar melhor a verba de gabinete, seja vereador, deputados ou senador, eles “alugam nomes” por quantia insignificante, dando ao resto da “bufunfa” novos destinos. Esse assunto já ganhou manchetes em diferentes municipios e estados deste Brasil e, pode merecer atenção, dentro de poucos dias, em Cuiabá. Ou não! Vai depender da desenvoltura profissional dos colegas repórteres e da disposição de alguns meios de comunicação em divulgar o assunto. Quem procura acha. 
HISTÓRIA DO DUTRINHA – O governador Blairo Maggi anuncia recursos para ajudar numa reforma no estádio Dutrinha, enquanto se constrói um outro Verdão em cima do Verdão. Estivesse vivo o senhor Palmiro, histórico administrador do Dutrinha, desde a sua inauguração, e ele poderia sugerir ao governador que aproveitasse a oportunidade e ampliasse o Dutrinha de acordo com o seu projeto original. “Seo”Palmiro tinha essa planta. Agora, não sei se a FMF tem esse projeto guardado.
O CANHÃO SUMIU – Alguém poderia me dizer quem  levou e para onde o cano do canhão da Praça Manoel Murtinho, conhecida, também, como Praça do Cai-Cai? Foram lá e tiraram o cano do canhão sem dar a mínima para o povo do bairro. Uns dizem que está no Sesc Arsenal. Já outras pessoas asseguram que foi um coronel da PM quem  o levou para enfeitar a sua mansão. Por falar em “levar”, não tenho visto a placa de bronze que identificava o prédio da Rádio Cultura AM, na Joaquim Murtinho. Será que levaram?
 DIA NACIONAL DA CACHAÇA – Se tem o Dia Nacional da Cachaça tem que ter o Dia da Ressaca. Pois é, por unanimidade e sem ter recebido contestações em emendas, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou um projeto de lei (PL 5428/09) que estabelece 13 de setembro como o Dia Nacional da Cachaça. A matéria ainda deve ser votada em plenário e, caso seja aprovada, segue para a apreciação dos senadores. O autor da proposição, o deputado ruralista Valdir Colatto (PMDB-SC), argumenta que a cachaça é um “símbolo nacional”, e que já há um movimento internacional para reconhecê-la como bebida tipicamente brasileira.

AS CASAS DA BAÍA – Essa história das casas da Baía de Siá Mariana é antiga . Para quem quer saberr detalhes históricos dela é só pesquisar no próprio Diário de Cuiabá, que vem acompanhando o caso desde o inicio envolvendo personagens populares e públicos da época. Pois é, agora o Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Santo Antônio de Leverger, propôs mais uma ação de execução para garantir a demolição de casas de veraneio, localizada na Baía de Siá Mariana. Dessa vez, a ação foi proposta contra Clélio Nogueira Cunha. 
PARA FINALIZAR – Fantasmas! “Isso é uma coisa mal resolvida no Poder Legislativo. Mas não ocorre apenas no Legislativo Federal. Se disseminou em todo o país. Nas Assembleias e Câmaras municipais. Pode até ter começado no Legislativo Federal. Mas está disseminado por todos os cantos e tem ligação direta com o aumento dos comissionados”. (Presidente do Sindilegis, Magno Mello)



 

domingo, 20 de novembro de 2011

Kasuo Sano morreu
Rio Cuiabá sente saudades
Ele foi o homem quem deu o primeiro abraço no rio Cuiabá










por edson, em 18/11/2011 às 14:16
     Olha, o Kazuo realmente trabalhou pelo meio ambiente, ao contrário de certo deputado que adora falar de meio ambiente, de abraçar o rio cuiabá, mas, na Assembléia Legislativa nada faz em prol do meio ambiente. certo deputado, muito fraquinho, que pertence a atual legislatura, e que foi presidente do poder legislativo, deveria se espelhar no Kazu Sano para dar mais sinceridade e seriedade ao discurso demagógico que diz fazer em favor do meio ambiente.
por Andre Pozetti, em 18/11/2011 às 14:06
Kazuo era um grande amigo do meu Pai. Político nato, o primeiro a discutir políticas sobre o Meio Ambiente ainda na década de 80. Seu slogan muito bem lembrado pelo Netão do Araguaia era: DEPUTADO POR NATUREZA. Descanse em paz Deputado, sua missão está cumprida neste plano. À familia meus sinceros sentimentos. André Pozetti.
Governo quer saber de onde vem certas notícias
     O governo exagera na mania de investigar as fontes de qualquer notícia que  pareça  incômoda. Preocupa-se mais com o meio do que com a mensagem. Essa distorção nasceu junto com o PT, naqueles idos sob intensa barragem de fogo de adversários intransigentes que não admitiam um partido verdadeiramente de esquerda, disposto a ser diferente  dos  outros.  Agora que não é mais, nivelando-se ao conjunto fisiológico e interesseiro, o PT contamina o governo com a obsessão não só de saber a origem das informações, mas, de quando em quando, até de tentar impedi-las.  Precisam ser lembradas as lições do saudoso comandante Amaral Peixoto, presidente do PSD: “notícia não se desmente. Dá-se outra…”
Comentando: Algumas assessorias de comunicação de órgãos públicos de Mato Grosso precisam aprender isso

sábado, 19 de novembro de 2011

Os poderes e as denúncias
A corrupção toma conta
Agora, dizem! É ficha limpa
     Em fazendo um levantamento sobre denúncias de corrupção e outras entre os “homens que ocupam os poderes” não é deficil constatar que a situação chega a ser precária e vergonhosa.
     No Poder Legislativo – Assembléia Legislativa – são vários os deputados que respondem processos na Justiça por corrupção e outros ativos e inativos meios de roubar o dinheiro do povo. No Poder Executivo – Governo do Estado – nem se fala. E pior, que tanto em um como no outros, os corruptos continuam circulando normalmente pelos corredores.
     Agora, os jornais publicam notícias de que existem mais de 90 procedimentos contra juizes no Estado de Mato Grosso. Ai é o fim da picada. Juizes, que deveriam dar exemplo de direito e justiça, alguns, estão fazendo, justamente, o contrário. E em assim sendo, o povo é que se dane.. 

Flor Morena   
     Essa ai é a “Flor Morena”, cuiabana, casada com o produtor cultural Gastão, defensor da cultura regional com muito amor e orgulho. Neta do casal Gercino Benedito e Ana Tereza a baluarte carnavalesca da famosa Estrela do Oriente. Parabéns pel aniversário no última dia 11.

Deu no êpa!Peraí.....
     Campo Grande tem prefeito. Lá é Nelsinho Trad que cuida das obras de mobilidade urbana. Ele começa ano que vem a construir 68 km de linhas do ônibus de trânsito rápido. Por R$ 180 milhões. Já naquela cidade escolhida para sediar os jogos da Copa, o prefeito é o último a saber o que se passa. E o pessoal é tão sabido que intenta construir 23 km de VLT por R$ 1 bilhão e 100 milhões.

M E R D A
(Nem o Aurélio definiu tão bem)
Martha Arruda
A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA.
Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada
um coringa da língua portuguesa.
Vejam os exemplos a seguir:
1) Como indicação geográfica 1:
Onde fica essa MERDA?
2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA!
3) Como indicação geográfica 3:
17:00h - vou embora dessa MERDA.
4) Como substantivo qualificativo:
Você é um MERDA!
5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!
6) Como indicador de especialização profissional:
Ele só faz MERDA.
7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.
8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!
9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?
10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!
11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido:
Por  que você não vai a MERDA?
12) Como especulação de conhecimento e surpresa:
Que MERDA é essa?
13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo:
Ele  está na MERDA....
14) Como indicador de ressentimento natalino:
Não ganhei MERDA nenhuma de presente!
15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!
16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!
17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?
18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.
19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!
20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!
21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.
22) Como indicador de performance esportiva:
O Corinthians não está jogando MERDA nenhuma!!!
23) Como constatação negativa:
Que MERDA!
24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!!!
25) Como situação de 'orgulho/metidez' :
Ela se acha e não tem 'MERDA NENHUMA!'
26) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!
Não se aborreça... também repassaram prá mim...