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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Os secretários “despreparados”
Bezerra também acredita em “secretários despreparados”, mas não fala da sua esposa que ocupa a Secretaria de Turismo. As críticas, inicialmente, partiram dos deputados estaduais, principalmente, porque eles não estyaria recebendo respostas de alguns secretários ou não sendo sequer recebidos. É mais uma questão pessoal de análise, verdadeiramente, crítica. Coisas da política e de certos políticos. E com isso o governo de Silval se desgasta aos poucos.
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     Para quem não sabe, o governador Silval Barbosa sempre foi a favor do VLT desde criancinha. Ele apenas se enganou quando apoiava a idéia do BRT. Taí José riva e Eder Moraes que não me deixa mentir. A turma do VLT está investindo pesado na camppanha para fazer a cabeça do povo em favor do VLT. Distribuindo panfletos e camisetas caras. As camisetas, principalmente, para gatinhas promocionais. Por que tanto interesse assim? Eu não sei %%%%%$$$$
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Água de beber?
     O jornal O Estado de Minas divulga na edição de hoje a primeira de uma série de reportagens sopbre a questão da falta de água em alguns municipios do Estado. Taí um bom exemplo para o governo de Galindo ou Galinho seguir.
     Durante uma semana, o Estado de Minas percorreu 23 comunidades rurais em nove municípios do semiárido mineiro, no Norte do estado e vales do Jequitinhonha e Mucuri, e mostra, de hoje a domingo, o drama das pessoas que não têm acesso a água tratada. São 827 mil domicílios sem rede de distribuição em Minas. O problema, histórico, se agrava com a degradação dos rios. O jeito é apelar para a água salobra (salgada) de poços ou dos córregos sobreviventes, contaminada por esgoto e produtos tóxicos. É com esse arremedo de água que famílias como a das irmãs Maria Aparecida Nunes Silva e Maria das Dores têm de se virar para beber, cozinhar, tomar banho e lavar roupa. Sob o risco de diarreias, verminoses, hepatite, cólera e leptospirose, entre outras doenças.
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Denuncismo contra moralismo
Vários dos principais órgãos da imprensa brasileira adotaram ultimamente o sensacionalismo, em prejuízo de seu papel fundamental de fonte informativa dotada de credibilidade.
     Nessa linha, está caracterizado um exacerbado denuncismo, com farta exploração de insinuações e suspeitas que recaem sobre agentes públicos, que estariam praticando corrupção de várias espécies, fraudando licitações, contratando maliciosamente a execução de grandes obras públicas ou a realização de grandes serviços, recebendo propina e colaborando para o aumento ilegal e injustificado dos custos, tudo isso em prejuízo da moralidade pública e onerando ainda mais os contribuintes, que pagam pela realização das obras e pela execução dos serviços.
Nesse contexto, existe um ponto que merece especial referência e é bastante expressivo, para que se percebam claramente as distorções contidas nesse denuncismo. Em primeiro lugar, a grande imprensa criou o paradoxo do corrupto sem corruptor. Com efeito, a grande corrupção assim denunciada, que envolve muito dinheiro público, está ligada à realização de grande obras ou à execução de serviços de muita amplitude, que implicam, obviamente, custos muito elevados e assim dão oportunidade a práticas de corrupção muito rendosas. Mas, se existe o agente público que se deixou corromper, é mais do que óbvio que, atuando junto com ele, existe o corruptor, que é a grande empresa interessada na obtenção dos contratos, que por envolverem muito dinheiro já seriam por isso mesmo muito atraentes, mas que se tornam ainda mais vantajosos pela fraude na licitação, pelo acréscimo irregular dos custos, como também, muito frequentemente, pela possibilidade de fugir ao controle sobre a qualidade das obras e dos serviços.
Isso tudo está implícito na afirmação de que houve corrupção, mas até agora não apareceu qualquer acusação a uma grande empresa ou aos seus dirigentes. De vez em quando é mencionada alguma pequena empresa que seria participante de um esquema de corrupção. Mas até agora não houve um só caso em que fossem apontados como corruptos os dirigentes das grandes empresas contratantes de obras e serviços públicos e beneficiárias de favorecimento ilegal. Os agentes públicos que tiverem algum envolvimento com práticas de corrupção, ou que simplesmente forem suspeitos de alguma dessas práticas, são minuciosamente identificados e quando são detidos ou levados a depor numa repartição policial são fotografados e indicados à execração pública. E mesmo que existam apenas suspeitas ou denúncias ainda não comprovadas a grande imprensa explora escandalosamente os fatos, na mais primária linguagem denuncista, procurando criar a imagem de que essa mesma grande imprensa está vigilante na defesa da moralidade pública.
Além de ser injusto esse procedimento, privilegiando nas denúncias os agentes públicos, que seriam os corruptos, e cobrindo com o manto do silêncio os grandes corruptores do setor privado, sem cuja participação a corrupção não ocorreria, tem existido muita leviandade nas denúncias, apresentando-se suspeitas ou insinuações como se fossem fatos comprovados. Mas é ingênuo pensar que as distorções desse denuncismo não são percebidas, estando evidente a existência de “corruptores amigos” que ficam sempre resguardados. E isso tudo vem acarretando, como seria inevitável, a perda de credibilidade da imprensa denunciante, pois muitos já perceberam que sua postura, que pretende ser vista como expressão de uma cruzada moralista, na realidade preserva os principais agentes e beneficiários da corrupção. A moralidade no setor público é absolutamente necessária, e todos os que atentam contra ela devem ser punidos, mas para isso não contribui o denuncismo leviano e seletivo. (Dalmo de Abreu Dallari é jurista)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Competência ou desleixo?
     Outro dia o deputado estadual José Riva “escreveu”um comentário tentando explicar os motivos “que me levaram a trilhar na área política”. E diz que um deles foi “o descaso em que vive a população, especialmente, a menos favorecida. Nesses anos todos tive a oportunidade de vivenciar problemas relacionados às esferas municipal, estadual e federal. E olha que já se vão 30 anos, e os problemas continuam a afligir a nossa gente. A tão propalada falta de eficiência nos serviços públicos e essenciais: Saúde, Educação, Segurança Pública e Infraestrutura”.
     E vai mais longe no seu comentário: “Esse questionamento posso fazer com ganho de causa, pois conheço muito bem Mato Grosso, onde faço questão de percorrer semanalmente vários municípios para constatar a realidade. Mas, afinal de quem é a culpa? Do município, do estado ou do Governo Federal?
     Ora, senhor deputado José Riva; fácil de saber de quem é a culpa! Basta olhar para si mesmo e, para a maioria dos políticos comoprometidos com interesses pessoais. E o povo que se dane.....Engane-me que eu gosto.....  
O Instituto Verificador de Circulação, que mede as vendas dos jornais do país, tanto nas bancas quanto através de assinaturas, revelou – O Estado de São Paulo de domingo 24, reportagem de Marili Robeiro – que no primeiro semestre deste ano eles cresceram 4% em relação ao volume de igual período de 2010. O que representa – acrescento eu – avanço de três vezes mais que o aumento da população entre um período e outro. Logo, o hábito de ler jornal avançou em termos reais. A população brasileira cresce a uma velocidade anual de 1,3%, de acordo com o IBGE. A taxa de nascimentos atinge 1,9 e a da mortalidade 0,6%. O presidente do IVC, Pedro Martins Silva, destaca a importância informativa da expansão do mercado de leitura.
O jornal de maior circulação no país é a Folha de São Paulo, média diária de 305 mil exemplares. Suas vendas cresceram 5% em doze meses. Mas o Estado de São Paulo, cujas vendas atingem 253 mil exemplares, entretanto foi o que mais cresceu percentualmente no primeiro semestre de 2011 em relação aos primeiros seis meses do ano passado: 9,4%.
São, a meu ver, muito importantes os dados obtidos e divulgados pelo Instituto Verificador de Circulação. O IVC destrói a tese de que, com a Internet, a circulação dos jornais diminuiria. Ao contrário: aumentou. E não só agora. Já havia crescido ouros 4% no confronto entre o primeiro semestre de 2009 e o primeiro semestre de 2010. O movimento para cima, portanto, parece indicar uma tendência firme e constante.
É natural. Pois à medida em que se amplia o acesso à Internet, desencadeia-se paralelamente uma busca mais intensa no sentido da informação e principalmente da opinião e da análise, aspectos que a Internet não aprofunda tanto quanto os jornais. Eis aí a diferença essencial entre a tela mágica e a página impressa. A tela é para ver. A página para ler.
O que não significa que a Internet seja menos importante. É igualmente importante. E leva vantagem total quando se trata de pesquisar e obter resultados esperados. A rapidez é impressionante, a eficiência também.
Entretanto, na comparação, surge uma outra diferença igualmente decisiva: na Internet, quem navega parte em busca de respostas que deseja obter. Segue uma espécie de roteiro de viagem. Nos jornais, os leitores se deparam, todos os dias, com fatos que eles não estavam esperando e procurando. E, por isso, se surpreendem. Este fator surpresa é uma das essências mais fortes do jornalismo de papel, portanto do jornalismo impresso.
O levantamento do IVC não incluiu – pelo menos Marili Ribeiro não citou – dados sobre a circulação das revistas semanais, com Veja disparado à frente, seguida pela Época. Se o IVC tivesse pesquisado esse segmento, certamente a imprensa de papel apresentaria número de leitores ainda mais elevado. Falei em número de leitores, agora, e não em exemplares. Isso porque o número de leitores, no Brasil, em média, é 3,5 vezes maior que o da circulação de exemplares. Ou seja: cada jornal é lido, em média, por mais de três pessoas. Portanto, considerem esta face da questão, que é fundamental.
O IVC apresentou a relação dos jornais de maior circulação: Folha de São Paulo (305 mil), Super Notícia, jornal popular de Minas Gerais (302 mil), O Globo (264), O Estado de São Paulo(253), Extra (235), Zero Hora de Porto Alegre (187 mil), Diário Gaucho (163), Meia Hora, editado pelo O Dia (153 mil), Correio do Povo do RS (152). Como se constata, na linha popular do RJ, o Extra (Globo) derrota amplamente O Dia. Mas o Meia Hora, de O Dia, vence fácil a disputa com o Expresso, outro produto Globo. Vamos guardar todos esses números para compará-los com os que forem publicados sobre o panorama no primeiro semestre do ano que vem. O IVC considerou apenas os 98 principais títulos jornalísticos do país. Existem mais de 900 jornais menores (Pedro Couto

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

PF prende 35 no Turismo,
e governo reclama de 'abuso'
Novo escândalo atinge PMDB e petista ligado a Marta Suplicy. Turismo, em MT, está nas mãos do PMDB.      Os principais jornais do Brasil, que circulam em nível nacional, abriram manchetes de primeira páginas para destacar corrupção na área do turismo. Deve se lembrar que a área do turismo, em Mato Grosso, também, está nas mãos do PMDB.
     Em mais um escândalo na Esplanada dos Ministérios, a Polícia Federal prendeu ontem 35 pessoas por desvio de recursos do Turismo, entre elas o secretário executivo da pasta, Frederico Silva da Costa (indicado pelo PMDB com apoio do PTB), o ex-presidente da Embratur Mario Moyses (ligado ao PT e à senadora Marta Suplicy) e o secretário Colbert Martins, ex-deputado pelo PMDB da Bahia, além de servidores e empresários. "O que a gente sabe é que o dinheiro chegava às mãos deles (Costa e Moyses) por esse esquema", afirmou o diretor executivo da PF, Paulo de Tarso Teixeira, referindo-se ao desvio de recursos via emendas parlamentares. Só num dos endereços do diretor executivo da ONG Ibrasi, Luiz Gustavo Machado, também preso, policiais encontraram R$ 610 mil em espécie. Os valores desviados podem superar a casa dos R$ 10 milhões. O PMDB e o Planalto saíram em defesa do ministro do Turismo, Pedro Novais, alegando que os fatos aconteceram antes de ele assumir. Líderes governistas acusaram a Justiça e o Ministério Público de abuso, e a ministra Ideli Salvatti chegou a dizer que Novais foi vítima de "armação da imprensa"
 CNJ enfrenta esquemas de corrupção nos Estados
Olha Mato Grosso na “parada”. Isso não é noovidade.
Desvios de verbas, vendas de sentenças, contratos irregulares, nepotismo e favorecimento na liberação de precatórios são problemas comuns no Judiciário em todas as regiões do país. Há desde tribunais que usam dinheiro público para contratar serviços de degustação do café tomado pelos juízes até saques de milhões em sentenças negociadas pelos próprios magistrados. Em pouco mais de dois anos de inspeções realizadas nos Estados, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) descobriu casos de pagamento de 13º salário a servidores exonerados, desvio de verbas de tribunal para a maçonaria, pagamento de jeton a médico de tribunal, associações de mulheres de magistrados administrando serviços judiciais, esquemas de empréstimos consignados fraudulentos envolvendo juízes e até sorteios de relatores de processos totalmente direcionados, com apenas um juiz concorrendo.
"Há muitos problemas no Judiciário e eles são de todos os tipos e de todos os gêneros", afirmou ao Valor a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça.
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Não foram bem os comerciantes de Cuiabá que sairam às ruas nesta terça-feira, muito pelo contrário, pessoas que nada tinham a ver com essa história de VLT e BRT, régiamente, pagas para acenar bandeirolas. Uma passeata promovida com patrocinio de “gente interessada no VLT”. E, gente ligada, diretamente, ao deputado José Riva. “Me engana que eu gosto”.
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Nem só o interesse grandioso pelo poder está levando prefeitos à serem assassinados. Outros “acertos” fora  do contexto político, também, causam tais desatinos. E todos os politicos sabem muito bem disso. Entre um assunto pertinente está o tal do “acertos não cumpridos”. Pois é, acertos de campanha. Já pensou se o eleitor fosse vingar de todas as promessas de campanha de politicos eleitos que não são sumpridas?Quase todos estavam mortos.....Poucos salvariam

Lobista-fantasma agride repórter
A Associação Nacional de Jornais condenou , por meio de nota, a agressão sofrida pelo jornalista Rodrigo Rangel, editor da sucursal da revista “Veja” em Brasília. Rangel foi ameaçado e agredido a joelhadas pelo lobista e funcionário-fantasma Júlio Fróes durante uma entrevista em um restaurante. Veja, a seguir, a íntegra da nota.
“A Associação Nacional de Jornais lamenta e condena a agressão cometida pelo o lobista Júlio Fróes contra o editor Rodrigo Rangel, da sucursal da revista Veja, em Brasília, na noite da última 5ª feira (4/8). Conforme relato da revista, durante 30 minutos o jornalista gravou entrevista com Fróes num restaurante. A certa altura, o entrevistado passou a fazer ameaças, perguntando se o jornalista tinha mulher e filhos. Nesse ponto, Rangel encerrou a entrevista, mas ao se levantar foi puxado pelo braço, sofreu uma gravata e joelhadas no ventre e no rosto e foi jogado contra uma mesa. O jornalista, que teve um dente quebrado, fez exame no Instituto Médico-Legal. Ao fugir, o lobista roubou o bloco de anotações do repórter. A agressão foi testemunhada por mais de uma dezena de clientes e funcionários do restaurante e comunicada à polícia.
“Diante deste ato injustificado de violência contra um profissional no exercício da profissão, a A ANJ espera que as autoridades tomem as devidas providências, apurando este caso de agressão e cerceamento ao livre exercício do jornalismo, praticado por quem se dizia falar em nome de um ministro de Estado.”

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Inacreditável Ao ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, para ser reintegrado ao cargo de procurador-geral da República, Roberto Gurgel deu uma grotesca demonstração de favorecimento jurídico, causada por sua ânsia de agradar ao Planalto para ser mantido na função.
Segundo ele, para que fosse possível pedir a quebra de sigilo bancário do então ministro Antonio Palocci, era necessário ter mais provas ou indícios de crimes. “O que sustentei essencialmente foi que a lei penal não tipifica como crime a incompatibilidade entre o patrimônio e a renda declarada”, disse Gurgel, acrescentando: “Mas, no caso específico, não havia qualquer indício que a renda tivesse sido advinda de crimes”, alegou o procurador. “Sequer se podia cogitar de crime de sonegação fiscal já que os valores tinham sido declarados. Não tínhamos elementos mínimos que permitissem a continuidade das investigações.”
Quer dizer que o velho tráfico de influência (art.332) foi revogado do Código Penal e ninguém nos avisou. Será que a revogação teria ocorrido devido à recente criação do Código de Conduta Ética do governador Sergio Cabral, aquele que até então não sabia o que era certo ou errado? É possível. Aliás, tudo é mais do que possível na política brasileira.
Como se sabe, tráfico de influência consistia na prática ilegal de uma pessoa se aproveitar da sua posição privilegiada dentro de uma empresa ou entidade, ou das suas conexões com pessoas em posição de autoridade, para obter favores ou benefícios para terceiros, geralmente em troca de vantagem ou pagamento.
Era um dos crimes praticados por empresários e políticos, principalmente contra a administração pública em geral, por solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função. A pena prevista para esse crime era de reclusão, de 2 a 5 anos, e multa, aumentada da metade, se o agente alegava ou insinuava que a vantagem era também destinada ao funcionário.
Também a Lei 8.429 (Improbidade Administrativa), de 2 de junho de 1992, foi revogada pelo diligente procurador-geral da República, sem avisar a ninguém? Era aquela que dispunha sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dava outras providências.
Mas que país é esse, Francelino Pereira, onde o procurador-geral da República não respeita minimamente as leis, e o Senado, mesmo assim, o reconduz ao cargo?

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SILVAL MANTEVE A PALAVRA
Riva bate com a cara na porta........
     O deputado estadual José Riva promete aos servidores grevistas uma conversa com o  Silval Barbosa, mas o governador não recebeu os grevistas, apenas conversou, de portas fechadas, com Riva e demais deputados presentes. E nada adiantou nas negociações. Riva saiu do Palácio Paiaguás com a cara fechada, não deu entrevista, mas a sua assessoria já emplacou notícia de que ele dará o trôco. Enquanto isso não acontece, Riva continua levando os grevistas na conversa. Sabe-se contudo que entre Riva e Silval a distância aumenta e a vingança aproxima.

HENRY GANHA RECURSO
Mas ele continua  sanguessuga
     Os principais saites e jornais amigos do Pedro Henry, secretário de Saúde, anunciaram com certo destaque que  ele ganhou recurso na justiça e está livre para ser candidato, mas esqueceu, por intenção, que Henry continua como sanguessuga, portanto, ainda tido pela justiça superior como um sanguessuga dos gordos.O que significa dizder: corrupto
  
PSD clona ata paara criação
                                   de diretórios nas cidades
     O PSD começou bem; mal. E não podia ser diferentes pelas lideranças que o partido tem. São bastante conhecidas do povo e da justiça. Veja exemplo em Mato Grosso. A Folha de São Paulo de hoje dá a seguinte nsotícias: Documentos usados pelo PSD para criar diretórios municipais em pelo menos três Estados reproduzem o mesmo texto para descrever diferentes reuniões, relata Daniela Lima. Sem os diretórios, não é possível formalizar a sigla, como quer o prefeito Gilberto Kassab."Fizemos o modelo para nos certificar de que todas as formalidades seriam cumpridas" disse Saulo Queiroz, do PSD.

Assim caminha a política...
- Jucazinho, o retrato do fisiologismo brasileiro
     Essa história não é muito diferente de algumas que aconteceram em Mato Grosso, ou melhor, até em Cuiabá. É só buscar os arquivos de jornais mais antigos. O Globo de hoje conta o seguinte caso:Irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá, Oscar Jucá Neto, o Jucazinho, fez uma gestão tão desastrosa num restaurante da família que a casa fechou. Mas, para o governo, ele servia: o irmão senador lhe arranjou um cargo na Infraero, no governo Lula, e uma diretoria da Conab, na gestão Dilma, Nos dois casos, acabou criando problemas e teve de ser demitido, expondo os males do loteamento político do Estado.

Assim caminha a política...
 - Tempo fecha no interior
     Em Mato Grosso o tempo deve fechar, novamente, em Várzea grande. Murilo caiu, mas promete voltar de novo. Tião da Zaele assum, mas está com medo de tocar o barco. Isso significa dizer que em Várzea Grande, o tempo está turvo. Não se sabe o futuro.      O Globo de hoje conta uma história semelhante: Afastado do cargo pela Câmara sob acusação de desvio de verbas, o prefeito de Teresópolis, Jorge Mário Sedlacek, resiste: ele despachou normalmente e entrou na Justiça contra a decisão. Em Magé, a prefeita cassada Núbia Cozzolino acabou na delegacia após ser flagrada dentro da prefeitura, no setor de pagamentos. Na saída, foi hostilizada por populares e, enfurecida, avançou a tapas sobre a multidão.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Em que pese o deputado estadual José Riva, agora, do PSD, ter anunciado afoitamente e, com mal intenção politica de que o assassinato de Auro Ida poderia ter sido uma “queima de arquivo”, tudo e, sempre indicou que não passava de um “crime passional”. E vai chegar nisso. Só falta pegar o assassino. E vai acontecer nesses próximos dias.

Enquanto a Assembléia Legislativa diz que é uma “Casa Cidadã”a Camara Municipal de Cbá anuncia na entrada como “A Casa é sua”, mas só anuncia. Ontem, por exemplo, o presidente da Casa, Julio Pinheiro chamou a polícia para não deixar o povo entrar. Os que estavam protestanto ccontra a privatização da Sanecap. A Camara Municipal de Cuiabá vive um momento triste, representada por vereadores desnorteados da realidade e, vivendo apenas o sonho do poder.A pior representação dos últimos tempos.

Tião da Zaeli assume a Prefeitura de Várzea Grande e pede que o Governo do Estado intervenha no municipio. Ora bolas, senhor Zaeli, o governo Silval não está dando conta de administrar o seu próprio bem estadual. Tai as secretarias de Saúde, Segurança, Educação que caminha para a falência administrativa.Procure outra saída, senhor Tião.

Desmate da Amazônia em junho sobe 28% contra mesmo mês de 2010. Em Mato Grosso continuam desmatando com apoio de algumas autoridades.  
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a área desmatada na Amazônia Legal em junho somou 312,69 quilômetros quadrados. Em junho de 2010, o desmatamento na região correspondia a 243,7 quilômetros quadrados. Em maio deste ano, somava 267,94 quilômetros quadrados.

BRT ou VLT, qual é o melhor para você?
Autor: Aldo Locatelli
O jornal Folha do Estado, que circulou na última quarta-feira (27), destacou no caderno de política uma entrevista, no mínimo, curiosa. Nela, o presidente Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa de 2014 (Agecopa), Eder Moraes, numa tentativa de jogar com as palavras, revelou “a existência de pressão velada por parte de empresas fornecedoras de pneus, combustíveis e biodiesel, setores que supostamente estariam interessados em derrubar o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Segundo ele, estes mesmos setores estariam agindo para favorecer o projeto do Bus Rapid Transit (BRT). Como presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso, eu, Aldo Locatelli, sinto-me no dever de realizar firmes ponderações sobre estas falas (sem sentido) de Eder Moraes. Primeiro que, nem mesmo existe o projeto do VLT, enquanto que o BRT está projetado a pelo menos um ano.
O BRT praticamente foi deixado de lado após algumas lideranças políticas do Estado passarem a defender a implantação do VLT, como Silval, Eder e o presidente da Assembleia, deputado José Riva. Eles reforçaram a proposta após conhecerem, em comitiva órfã de técnicos, o modelo em funcionamento na Europa.
O presidente da Agecopa fala em pressão velada. Ora! Não será a decisão dessas lideranças uma opinião velada, já que ignora a opinião da população de Cuiabá e Várzea Grande. Isso sem falar nos altos valores a serem pagos. O VLT não sairá por menos de R$ 1,1 bilhão.
O valor do investimento em infraestrutura para um VLT flutua em torno de 30 a 50 US$ milhões por km. Para o BRT o valor é de 10 a 15 US$ milhões por km. Como os valores necessários para eventuais desapropriações são semelhantes, pode-se concluir que o BRT exige investimentos 3 vezes menores que os exigidos pelo VLT. Isto significa que, com o mesmo montante, pode-se construir 3 linhas de BRT para cada uma de VLT.
A moderna locomotiva não conseguirá sobrepor os declives característicos da Capital. A força dos trens não vencerá subidas superiores a 6%. Sendo assim, o VLT terá dificuldades para subir a Prainha.
A minha intenção não é defender nenhum nem outro sistema de transporte. Ambos são organizados e com certeza trarão vantagens para os passageiros do transporte público. Mas é preciso esclarecer o quanto “esse VLT”, defendido principalmente por Eder Moraes, custará mais ao bolso dos contribuintes. Para a população ter uma ideia, destaco alguns números. A ferrovia que está chegando a Rondonópolis, vinda de Alta Taquari, terá um total de mais 196 quilômetros a um custo de R$ 694 milhões. Esse é o custo de uma ferrovia que tem pontes e suporta milhares de toneladas de cargas, ou seja, cada quilômetro de VLT custará 14 vezes mais que o quilômetro do trem próprio para transportes de cargas. O custo a mais por quilômetro pode alcançar R$ 44 milhões por quilômetro.
O tempo de implantação total do BRT é de dois anos, enquanto o VLT precisará de aproximadamente quatro anos para ficar totalmente pronto. A capacidade máxima de passageiros do VLT é de 25 mil pessoas/hora, enquanto o BRT suporta uma capacidade máxima de 48 mil passageiros/hora, devido à quantidade de veículos que poderão ser usados.
A partir de janeiro de 2012, os novos veículos obrigatoriamente deverão ser abastecidos com um diesel menos poluente (S50 e S10). Existe também a opção de utilizar ônibus híbridos (elétrico e combustão), que reduzem em 35% o consumo de combustível e emitem 10 vezes menos materiais particulados. Além disso, já existem Articulados e Biarticulados operando com 100% de biodiesel, com emissão zero de particulados, não gerando efeito estufa. O impacto ambiental é favorável hoje ao sistema sobre trilhos (VLT) quando com tração elétrica, tanto em termos de emissões quanto em ruído. Realmente ele é menos poluente.
Os componentes do BRT poderão ser produzidos no Brasil por várias marcas, gerando empregos aqui. Para o VLT quase tudo é importado, gerando riqueza fora do nosso País. E devido à necessidade de certa rotatividade de passageiros, o valor gasto com o VLT poderá gerar um déficit nos cofres públicos. Este déficit deve ser compensado com o aumento da arrecadação e da majoração de impostos. Isto deve ser esclarecido e a população deve cobrar que isso não ocorra.
É questionável também o tamanho do VLT em comparação com o BRT. Será a sua extensão suficiente? E porque a população de Várzea Grande praticamente não será contemplada com o sistema? Qual a vantagem de ter um VLT limitado? Será mesmo um transporte público?
O VLT não permitirá que seus “trilhos” sejam utilizados por veículos de serviços emergenciais como, por exemplo, as ambulâncias. O ideal seria termos os dois sistemas, mas, infelizmente, Mato Grosso ainda não dispõe de recursos financeiros para que esse sistema seja instalado sem sacrificar investimentos primordiais em setores como o da Saúde e Educação.
Agora, prezado leitor, estou certo que você já tem informações suficientes para chegar à sua própria conclusão. E também para avaliar a qualidade da decisão das autoridades da sua cidade. Gostaria que toda a sociedade se manifestasse. BRT ou VLT, qual é o melhor para você? Para refletir, segue importantes números referentes ao VLT.
Demonstrativo de Custo do VLT e necessidade de passageiros
Custo do VLT estimado em 20 anos (sem desapropriação)
R$ 1.100.000.000,00
Custo do VLTpor ano
R$ 55.000.000,00
Custo do VLT por mês
R$ 4.583.333,33
Qtde de passageiros necessários por mês/pass. a R$ 2,50
1.833.334
Custo dos JUROS por mês
R$ 11.000.000,00
70 % do Faturamento para pagar Despesas, Impostos e etc...
R$ 25.666.665,00
30 % do Faturamento para pagar Juros
R$ 11.000.000,00
Faturamento mensal necessário para pagar juros e capital
R$ 36.666.665,00
Qtde de passageiros necessários por mês/pass. a R$ 2,50
14.666.666
Passageiros por mês para pagar juros e capital/pass. a R$ 2,50
16.500.000
Passageiros estimado por mês (25 dias)
5.000.000
Faltam 11,5 milhões de passageiros por mês
11.500.000
Valor pago pelos contribuintes por mês pelo déficit de Passageiros
R$ 28.750.000,00
Valor pago pelos contribuintes por ano pelo déficit de Passageiros
R$ 345.000.000,00
Valor pago pelos contribuintes em 20 ano pelo déficit de Passageiros
R$ 6.900.000.000,00
Aldo LocatelliPresidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Estado de Mato Grosso.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Governador Silval reconhece que saída de
Pagot, do Dinit, foi prejudicial para o Estado.

Murilo Domingos, mais uma vez
está fora da prefeitura. Tião da Zaeli
volta  e vereadores ficam de olho

Assembleia de Deus seria um
 partido com 73% de sucesso
A Assembleia de Deus, denominação religiosa que completa cem anos de presença no Brasil, tem a maior taxa de sucesso eleitoral do país. Nas últimas eleições, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil lançou 30 pastores e lideranças da igreja a uma vaga na Câmara dos Deputados. Foram eleitos 22 deles, um percentual de 73,3% de sucesso. Não há partido político no Brasil com tamanho êxito: o PT, maior bancada da Câmara, lançou 334 candidatos a deputado federal em todo o país e elegeu 88 (26,3%). Dos 73 deputados que compõem a bancada evangélica, os adeptos da Assembleia de Deus são um terço.
Quase toda sua bancada - 20 parlamentares - está na base de apoio da presidente Dilma Rousseff. O PSC é o partido mais bem representado, seguido pelo PR. Rondônia é o Estado que abriga mais parlamentares ligados à Assembleia de Deus, em termos absolutos e proporcionais. (Valor Econômico)

Custou 30 milhões de reais o sorteio
 das chaves para a Copa de 2014
Reportagem assinada por Almir Leite, Bruno Louzada , Silvio Barseti e Wagner Vilaron, edição de sexta-feira de O Estado de São Paulo, revelou que o evento envolvendo o sorteio das chaves pás as eliminatórias de 2014, que teve a presença da presidente Dilma Roussef, custou nada menos que 30 milhões de reais. Tal importância – acentua a matéria – foi custeada em partes iguais pelo governo do Rio de Janeiro e pela Prefeitura da cidade. A solenidade, na Marina da Glória, área administrada pelo empresário Eike Batista, foi organizada por uma empresa particular especializada em promover tais acontecimentos.
O preço está alto. Sobretudo porque não inclui despesas com publicidade, já que a cobertura dos jornais e emissoras de rádio e TV é gratuita. O acontecimento é de repercussão internacional. Escrevo este artigo na tarde de sexta-feira. Paralelamente, é claro, há o merchandise, já que vão aparecer nas telas e nas fotos os nomes das empresas patrocinadoras. Lance publicitário excelente. Dilma ao lado de Pelé. Mas este é outro ponto da questão.
Almir, Bruno, Sílvio e Wagner entrevistaram o secretário geral da FIFA que veio para assistir tudo. E também analisar o ritmo das obras dos estádios e de infraestrutura para 2013 e 2014, já que antes da Taça do Mundo haverá a Copa das Confederações. O ritmo não ganhou ainda a velocidade esperada porém os gastos públicos estão velozes demais. Valcke, que havia se baseado em declarações do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em 2007, de que não haveria investimentos públicos para projetos particulares, mostrou-se surpreso com a mudança de rumo. Conhece pouco o Brasil, me parece, país em que o gesto não corresponde à palavra. Palavras, como diz o velho ditado, o vento leva. Levou.
Foi o que aconteceu com as afirmações de ontem de Ricardo Teixeira. Hoje, a realidade é outra. Amanhã à medida em que se aproximarem as datas limite, vai mudar novamente. Para pior: mais depressa “inevitáveis” vão surgir. É sempre assim. A aliança entre empresas empreiteiras em nosso país com substancial parcela do mundo político é indestrutível. As pessoas passam, o sistema e o estilo ficam. Não se trata apenas de preço. Além do preço sempre inflado, há as renúncias fiscais que são, sem dívida financiamentos indiretos.
Os investimentos em torno de 1 bilhão de reais no Maracanã, estádio Mário Filho, por exemplo, vá lá por que se trata de patrimônio público, embora o governador Sérgio Cabral já tenha manifestado a intenção de arrendá-lo. Mas o Itaquerão, futura arena do Conríntians, constitui propriedade privada. Vai custar – revelou O Estado de São Paulo – 490 milhões. Aos preços de hoje, dos quais 420 custeados pela Prefeitura da capital paulista e mais 70 milhões de reais pelo governo do Estado. Estes os desembolsos diretos. Os indiretos encontram-se embutidos nas renúncias fiscais, cobertas pelos contribuintes, pelos que vivem de salários, por todos nós.
Em nosso país tudo é assim, a lua acende a poesia lá no céu, como no velho samba da Portela. O sol também – afirmo eu -, pois o sorteio das chaves, esperamos, realizado à beira-mar com ondas suaves tocando o ancoradouro, custa 30 milhões. Um leve balanço do tempo fornecendo a atmosfera de mais uma Copa do Mundo. Uma festa sem dúvida intensa e de repercussão universal. Vale a pena. No fim das contas, trata-se de um ato elegante, ao qual não faltam emoção e magia. Perspectivas de alegria e felicidade popular, apesar dos pesares, emolduradas por tantos interesses. Que fazer?(PEDRO COUTO)